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Governo Federal avalia demolir ponte após morte de jovem durante salto de rope jump…

O Governo Federal, por meio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, confirmou que avalia a demolição (remoção definitiva) da estrutura conhecida como Ponte do Esqueleto. A medida foi motivada pela trágica morte da estudante universitária Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos. Ela faleceu após ser lançada de uma altura de 40 metros sem que as cordas de segurança tivessem sido presas ao seu corpo.

As prefeituras de Limeira e Cordeirópolis manifestaram apoio total à implosão imediata. Enquanto os trâmites burocráticos e ambientais para a demolição são analisados, uma série de medidas emergenciais foi definida em reuniões integradas com a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) e a Advocacia-Geral da União (AGU).

Medidas de Segurança Imediatas

• Bloqueio físico: Reabertura de valas e trincheiras profundas nas estradas de acesso para impedir a aproximação de veículos.

• Barreiras estruturais: Instalação de cercas e obstáculos físicos diretamente nas cabeceiras da antiga linha férrea.

• Sinalização federal: Fixação de placas alertando que a área é propriedade da União e que a invasão é totalmente proibida.

• Acionamento da Polícia Federal: A SPU acionará a PF para investigar e rastrear empresas que continuam agendando eventos clandestinos na internet.

Entenda o Caso Técnico e Jurídico

A Ponte do Esqueleto pertencia à extinta Rede Ferroviária Federal (RFFSA) e foi oficialmente transferida para a gestão da SPU. O local nunca possuiu autorização ou alvará para a exploração de turismo de aventura ou esportes radicais por nenhuma das esferas governamentais.

[Estrutura Ferroviária Desativada]

▼ (Propriedade da União / SPU)

[Prática Clandestina de Rope Jump] ──► Falha Crítica: Vítima lançada sem amarras

▼ (Ações em Andamento)

┌──────────────────────────────────────────────────────────┐

│ 1. Prisão Preventiva dos Operadores (Dolo Eventual) │

│ 2. Bloqueio Físico Imediato dos Acessos Municipais │

│ 3. Estudo Técnico de Implosão/Remoção por Parte da União │

└──────────────────────────────────────────────────────────┘

Três operadores da empresa clandestina foram presos em flagrante. A Justiça converteu as prisões em preventivas e os responsáveis foram indiciados por homicídio com dolo eventual, por terem assumido o risco de morte ao arremessar a jovem sem realizar a checagem obrigatória dos mosquetões e amarras. O inquérito da Polícia Civil está previsto para ser concluído em até 30 dias.

Governo Federal avalia demolir ponte após morte de jovem durante salto de rope jump